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	<title>Comments on: Ai, que saudade de Campina Grande!</title>
	<link>http://adercego.blogsome.com/2009/02/05/ai-que-saudade-de-campina-grande/</link>
	<description>Janela para a escritura do Professor Aderaldo Luciano: ensaios,  poesia, contos, reflexões.</description>
	<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 10:47:41 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: KYDELMIR DANTAS</title>
		<link>http://adercego.blogsome.com/2009/02/05/ai-que-saudade-de-campina-grande/#comment-136</link>
		<pubDate>Fri, 29 May 2009 17:54:32 +0100</pubDate>
		<guid>http://adercego.blogsome.com/2009/02/05/ai-que-saudade-de-campina-grande/#comment-136</guid>
					<description>Caro Aderaldo.
Tropeiros da Borborema é uma parceria de Rosil Cavalcanti e Raimundo Asfora, gravada por Gonzagão no Centenário de Campina Grande.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Caro Aderaldo.<br />
Tropeiros da Borborema é uma parceria de Rosil Cavalcanti e Raimundo Asfora, gravada por Gonzagão no Centenário de Campina Grande.
</p>
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	<item>
		<title>by: Aderaldo Luciano</title>
		<link>http://adercego.blogsome.com/2009/02/05/ai-que-saudade-de-campina-grande/#comment-122</link>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2009 03:41:45 +0000</pubDate>
		<guid>http://adercego.blogsome.com/2009/02/05/ai-que-saudade-de-campina-grande/#comment-122</guid>
					<description>Resposta:

Rapaz, temos um bocado de coisa dialogando. Conheci dona Lourdes Ramalho quando era menino nos festivais de arte lá de Areia. Ela tem uma peça chamada &quot;A mulher da Viração&quot;, cujo personagem principal nunca aparece, é um padre recém-ordenado, cujo nome é Aderaldo. O grupo a que tu te referes deve ser o Tropeiros da Borborema, grupo folclórico que inspirou outros pela Paraíba afora. Também namorei gente de Campina Grande. Quando morei em Sergipe, fiz a subida do Rio São Francisco de Neópolis (na outra margem é Penedo) até Poço Redondo, porque aí vem as corredeira e não dá para subir. Foi a coisa mais impressionante nos meus 18 anos de idade! Valeu, Cássio!</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Resposta:</p>
	<p>Rapaz, temos um bocado de coisa dialogando. Conheci dona Lourdes Ramalho quando era menino nos festivais de arte lá de Areia. Ela tem uma peça chamada &#8220;A mulher da Viração&#8221;, cujo personagem principal nunca aparece, é um padre recém-ordenado, cujo nome é Aderaldo. O grupo a que tu te referes deve ser o Tropeiros da Borborema, grupo folclórico que inspirou outros pela Paraíba afora. Também namorei gente de Campina Grande. Quando morei em Sergipe, fiz a subida do Rio São Francisco de Neópolis (na outra margem é Penedo) até Poço Redondo, porque aí vem as corredeira e não dá para subir. Foi a coisa mais impressionante nos meus 18 anos de idade! Valeu, Cássio!
</p>
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	<item>
		<title>by: Cássio Fonseca</title>
		<link>http://adercego.blogsome.com/2009/02/05/ai-que-saudade-de-campina-grande/#comment-118</link>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 15:27:36 +0000</pubDate>
		<guid>http://adercego.blogsome.com/2009/02/05/ai-que-saudade-de-campina-grande/#comment-118</guid>
					<description>Também guardo saudades das tropas. Vc é dente-de-leite perto de mim, mestre, pois cheguei a conviver com as derradeiras, os derradeiros pelas serranias do Paraipeva (hoje se chama rio Paraopeba), pelas estradinhas que ligavam povoados. Bonfim, Roças Novas, Costas, Belo Vale, Moeda, Moeda Velha, Boa Morte, Macaúbas, Brumado, Chacrinha, Casa de Pedra, Bonfim, Jeceaba.
Era bom e ruim. Mas dá saudade. A poeira e o cheiro da tropa ajuntada desviram em boas lembranças.
E olha, tive uma namorada atriz de Campina Grande, do Grupo de dona Lurdes Ramalho. Chegou a conhecer dona Lurdes? tia de Elba, eu acho. Um grupo bonito de cantos e representações. Nos encontramos, eu e o grupo, em 1970 num daqueles festivais estudantis promovidos por Paschoal Carlos Magno, a Barca da Cultura, uma barcaça herdada do Mississipi, repleta de artistas que desciam pelo São Francisco arreliando com musica, artesanato, literatura e representações a vida dos ribeirinhos do velho Chico.
Então, olha só mestre, temos uns espaços comuns; quem diria?</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Também guardo saudades das tropas. Vc é dente-de-leite perto de mim, mestre, pois cheguei a conviver com as derradeiras, os derradeiros pelas serranias do Paraipeva (hoje se chama rio Paraopeba), pelas estradinhas que ligavam povoados. Bonfim, Roças Novas, Costas, Belo Vale, Moeda, Moeda Velha, Boa Morte, Macaúbas, Brumado, Chacrinha, Casa de Pedra, Bonfim, Jeceaba.<br />
Era bom e ruim. Mas dá saudade. A poeira e o cheiro da tropa ajuntada desviram em boas lembranças.<br />
E olha, tive uma namorada atriz de Campina Grande, do Grupo de dona Lurdes Ramalho. Chegou a conhecer dona Lurdes? tia de Elba, eu acho. Um grupo bonito de cantos e representações. Nos encontramos, eu e o grupo, em 1970 num daqueles festivais estudantis promovidos por Paschoal Carlos Magno, a Barca da Cultura, uma barcaça herdada do Mississipi, repleta de artistas que desciam pelo São Francisco arreliando com musica, artesanato, literatura e representações a vida dos ribeirinhos do velho Chico.<br />
Então, olha só mestre, temos uns espaços comuns; quem diria?
</p>
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